Na sexta passada, que ainda era agosto, estiveram uns loucos 18ºC, um ventinho de cortar a respiração e eu tinha umas duas horas para matar. Entra em cena: o Starbucks.
Demorei ano e meio a entrar num aqui na terra, mas ele sabe melhor no momento certo. Dei por mim a discutir a minha panca pelo Starbucks (que tal como pelo Twitter é difícil de explicar) e lembrei-me de um texto que escrevi aqui há algum tempo. Continuo a pensar o mesmo que pensava na altura e o chocolate quente não desilude.
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| Nop, o meu nome não se escreve assim. |


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